Rotina

Fechamos os olhos de noite

Os abrimos ao amanhecer

E seguimos nossa rotina feito robôs

Sem lembrar que estamos vivos

E que viver é uma aventura

Sem lembrar que somos seres pensantes

Sem lembrar que vivemos em um mundo misterioso, cheio de surpresas e diversidade,

Nos fechamos em um mundo paralelo

No qual dinheiro, luxúria e ganância

São o que nos move.

Beijos

Raquel Amapos

Vamos Compartilhar

Sorria, mesmo que a sua vontade seja de chorar;

Encante-se com um pôr do sol;

Cante, mesmo que sua voz não seja boa;

Beije e abrace, antes que seja tarde demais;

Dance, faz bem para alma e corpo;

Pense, não deixe que as pessoas façam isso por você;

Questione, essa é única maneira de obter respostas;

Veja, sinta, o mundo vai além do que você consegue enxergar;

Acredite, mas não em tudo que te dizem;

Viaje, e crie raízes em todos lugares que passar;

Todo dia, toda hora, faça com que sua alegria seja compartilhada;

Faça com que sua energia reanime esse mundo sedento;

 Em um mundo de normais, a loucura é virtude de poucos, até porque quem não aceita respostas incompletas e afirmações sem justificativas é quem faz esse mundo girar.

BEEIJOS! =)

Feito Criança

 

Então…. acabei de ler o livro “O dia do Curinga” de Jostein Gaarder (mesmo autor de O Mundo de Sofia). Os livros desse autor me fazem pensar muito e me ajudam a enxergar as coisas por um ângulo diferente.

As pessoas costumam falar que “O dia do Curinga” é um livro infantil. Talvez uma criança até goste de lê-lo. Mas eu posso afirmar com toda certeza que quando mais velho, obsorve-se um ensinamento filosófico muito lindo desse e de vários outros livros de Jostein.

Separei alguns trechos que gostei do livro:

“Enquanto somos crianças, ainda possuímos a capacidade de experimentar intensamente o mundo a nossa volta. Com o passar do tempo, porém, acabamos por nos acostumar com o mundo. Ser criança e tornar-se um adulto, é como embebedar-se de sensações e experiências sensoriais.”

“Se nosso cérebro fosse tão simples a ponto de podemos entendê-los, seríamos tão tolos que continuaríamos sem entendê-lo.”

“Pois quando a gente entende que não entende alguma coisa, é que a gente está prestes a entender tudo.”

“Ele acordava sempre como se fosse a primeira vez, surpreso e encantado com a vida.”

 

Segue o link para dowload: O DIA DO CURINGA

Espero que tenham gostado!

BEIJOS

Mais amor, por favor.

Em meio a tantas atrocidades, uma chama mais nossa atenção: 12 crinças são mortas por um homem que após o homicídio tira a própria vida.

Isso me levou a questionar até que ponto vai a crueldade humana; o valor que é dado a vida e a fome de amor que há no mundo.

E eu percebi que a falta de amor foi causa de tudo isso. Foi falta de amor dos colegas que fizeram do assassino uma vítima de bullynig quando criança e, por falta de amor, o mesmo decide não perdoar e cometer um homicídio em massa. Depois, ele tira a própria vida.

E é por falta de amor que tantas crianças choram, que tantos tem fome, que tantos morrem. E é por amor que tantos imploram.

Eu estava escrevendo esse post e lembrei de uma música do Nickelback que diz:

If everyone cared and nobody cried
If everyone loved and nobody lied
If everyone shared and swallowed
 their pride
We’d see the day when nobody died

TRADUZINDO:

Se todos se importassem e ninguém chorasse
Se todos amassem, e ninguém mentisse
Se todos compartilhassem e engolissem seu orgulho
Nós veríamos o dia que ninguém morreria
Eu acredito que as pessoas não morreriam em vão se elas cuidassem um pouco mais das pessoas que cruzam seus caminhos.
 
Então é isso… doe amor, seja amor.
 
BEIJOS =)
 
Raquel Amapos
 

Rótulo Revoltante

 

                                                             Rótulos …!

Estava eu almoçando com pessoas mais velhas quando comentei que quando tivesse meu próprio carro iria todo domingo para o Dragão ( um centro cultural local) assistir à apresentações culturais gratuitas.

Após esse meu comentário, uma das pessoas que estavam almoçando comigo disse: “sinceramente não gosto desse centro cultural, existem muitos outros lugares mais interessantes para se freqüentar. Lá é perigoso, as pessoas se drogam, se prostituem….”

Então, eu pedi outra sugestão de  lugar onde eu pudesse ir para ter acesso à arte: música, dança, orquestras, teatros, exposições…..[Silêncio] seguido da contínua argumentação de que o centro cultural não era um lugar “freqüentável”, como resposta.

Meu Deus! drogas, prostituição e violência se encontra em qualquer lugar.

 O centro cultural está ali oferecendo, gratuitamente, lazer  cultura, espetáculos…. e a sociedade impõe  que quem freqüenta centro cultural é drogado e prostituta. Isso é mais do que revoltante.

A visão que muitas pessoas tem é de que um jovem responsável fica em casa assistindo televisão e estudando, ou vai ao cinema em um shopping perto de casa. E o jovem drogado vai pro centro cultural fazer rodinha de violão. O.O

Vamos combinar que rodinha de violão e arte é muito mais interessante do que TV e Shopping. Então eu não vou ligar se me rotularem como drogada porque estou indo a um centro cultural.

Mas é isso aí, só queria compartilhar essa idéia e dizer que o que você é, é a única coisa capaz de te rotular (como citado no post anterior).

BEIJOS =)

E tudo mudou….

Texto de Fernando Veríssimo…. Muito bom. 

 

                                                                                                                                   E tudo mudou…

O rouge virou blush
O pó-de-arroz virou pó-compacto       
O brilho virou gloss

O rímel virou máscara incolor
A Lycra virou stretch
Anabela virou plataforma
O corpete virou porta-seios
Que virou sutiã
Que virou lib
Que virou silicone

A peruca virou aplique, interlace, megahair, alongamento
A escova virou chapinha
“Problemas de moça” viraram TPM
Confete virou MM

A crise de nervos virou estresse
A chita virou viscose.
A purpurina virou gliter
A brilhantina virou mousse

Os halteres viraram bomba
A ergométrica virou spinning
A tanga virou fio dental
E o fio dental virou anti-séptico bucal

Ninguém mais vê…

Ping-Pong virou Babaloo
O a-la-carte virou self-service

A tristeza, depressão
O espaguete virou Miojo pronto
A paquera virou pegação
A gafieira virou dança de salão

O que era praça virou shopping
A areia virou ringue
A caneta virou teclado
O long play virou CD

A fita de vídeo é DVD
O CD já é MP3
É um filho onde éramos seis
O álbum de fotos agora é mostrado por email

O namoro agora é virtual
A cantada virou torpedo
E do “não” não se tem medo
O break virou street

O samba, pagode
O carnaval de rua virou Sapucaí
O folclore brasileiro, halloween
O piano agora é teclado, também

O forró de sanfona ficou eletrônico
Fortificante não é mais Biotônico
Bicicleta virou Bis
Polícia e ladrão virou counter strike

Folhetins são novelas de TV
Fauna e flora a desaparecer
Lobato virou Paulo Coelho
Caetano virou um chato

Chico sumiu da FM e TV
Baby se converteu
RPM desapareceu
Elis ressuscitou em Maria Rita?
Gal virou fênix
Raul e Renato,
Cássia e Cazuza,
Lennon e Elvis,
Todos anjos
Agora só tocam lira…

A AIDS virou gripe
A bala antes encontrada agora é perdida
A violência está coisa maldita!

A maconha é calmante
O professor é agora o facilitador
As lições já não importam mais
A guerra superou a paz
E a sociedade ficou incapaz…

… De tudo.

  

Espero que tenham gostando

BEIJOS =)

Pão e Circo, é tudo que o povo quer.

A gente adora falar mal do governo e da justiça nacional, que ele rouba aqui, que ele não faz ali, que não tem educação, não tem saúde, etc…

O lance é que esquecemos a TAMANHA IGNORÂNCIA do povo brasileiro. É isso aí… Há algumas semanas foi decretado, pela justiça, que Aracati (litoral do Ceará) não teria Carnaval, pois não havia como gastar 2,2 MILHÕES em festa sem que antes fossem feitas adequações no hospital local, já que este estava sem estrutura para receber pacientes. (Ai eu pensei: pô, uma atitude racional vindo da justiça. )

Acontece que… O povo saiu nas ruas, pedindo carnaval e ameaçando quebrar tudo caso o carnaval fosse cancelado. Ou seja, quando a justiça resolve tomar uma atitude decente, o povo acha errado.

Por isso que eu digo que o povo tem o país que merece. A mediocridade é tanta que as pessoas continuam felizes com a política, adotada na Roma antiga, do pão e circo (e põe circo e palhaçada nisso). Funciona ssim: Dá carnaval, com bastante mulher pelada, bastante baixaria, libera a cerveja, e, durante o ano, da qualquer dinheiro pro povo poder comer…  Com isso, o povo, satisfeito, esquece de exigir educação, saúde e  outros direitos básicos.

Pois é…

Beijoss =)

Entrevista- atletas paraolímpicos

Segundo a Wikipédia, esporte significa “atividade física ou mental sujeita a determinados regulamentos e que geralmente visa à competição entre praticantes.” Mas segundo Airton Fontinelle, David Brasiliano e muitos outros atletas, esporte é muito mais do que uma atividade física. Segundo eles o esporte é superação.
Passei na FCTM (Federação Cearense de Tênis de Mesa) para assistir o treino dos atletas paraolímpicos e também, claro, conversar com eles e conhecer um pouco de suas histórias.

Se liga aí na idéia que troquei com eles.

Airton Fontenele – 37 anos (Vice campeão cearense)

Raquel Amapos–  Conta um pouco da sua história pra gente. Você já nasceu com a paraplegia?

Airton. F – Não, no meu caso foi um acidente de carro aos 15 anos de idade.

R.A– E como que foi pra você, tão jovem, receber a notícia de que você não ia mais andar?

A.F- Foi muito difícil, porque eu era muito jovem e, para você ter uma noção, eu nunca tinha nem imaginado que  pessoas andavam de cadeira de roda porque haviam sofrido uma lesão na medula. Eu era completamente inocente a essa realidade.

R.A.- Como foi essa mudança, e qual foi a maior adaptação que teve quer ser feita??

A.F Não foi fácil não, a cabeça de um jovem que se depara com a possibilidade de não andar mais… Sei lá, não tem uma forma pra se definir.  E quanto à adaptação, eu fui obrigado a mudar logo tudo, sua vida vira de ponta cabeça, você não pode mais sair de casa, não pode mais passar por uma porta estreita. No início, você não entra em um carro sozinho, então é complicado. As adaptações são muitas.

R.A Há quanto tempo você joga e qual a importância do Tênis de Mesa para você?

A.F– Eu jogo há 1 ano e 3 meses. Ahh… O tênis de mesa hoje pra mim, depois da minha família, eu considero algo de maior importância. Porque hoje eu já sou um atleta profissional, a Coelce me patrocina. Ainda não tenho os títulos que pretendo, mas se Deus quiser vou chegar lá, eu to treinando bastante pra isso.

R.A E quanto ao apoio do governo aos atletas paraolímpicos é o mesmo?

A.F– Não, sinceramente, em mais de um ano que estou aqui eu não tive nenhum apoio. Tenho colegas que já tiveram, mas é muito difícil. Existe a Bolsa Atleta Estadual que está desativada desde o ano passado e  fica por isso, o mesa tenista não tem apoio.

R.A– Então é isso… Se quiser deixar algum apelo, algum recado. Fica a vontade.

A.F.- Pois é, a gente só quer que os governantes nos olhem com melhores olhos e percebam que a gente do paraolímpico tem muita força aqui no Ceará. Eu falo do paraolímpico, mas os convencionais também não recebem apoio. O tênis de mesa é um esporte meio que deixado no ca ntinho, ninguém ouve falar… Então é importante que a gente seja visto.

 

David Brasilino – 33 anos (medalhista de prata no parapan)

R.A No seu caso, foi um acidente também?

D.B– Não, no meu caso eu sou portador de paraparesia, que a perda temporária dos movimentos, vai completar 7 anos que quase não passo de uma cirurgia da retirada de um tumor da medula da regia torácica…. Desde 2004 eu me movo numa cadeira de rodas.

R.A– Foi difícil o processo de adaptação?

D.B– Então, quando eu fiquei sabendo, eu estava no auge como atleta, sempre gostei muito de esporte. E foi um impacto muito grande. Eu achei que não ia suportar, achava que minha vida tinha acabado naquele momento e que a partir dali não ia ter mais melhoras. Como em 2004 não estava tão evoluído como está hoje (tecnologicamente), não havia os recursos que tem hoje. Eu tive todo tipo de doença que você pode imaginar, tive ferimento, quase perdi minha perna esquerda. Quase tive que fazer hemodiálise por causa de um problema renal…

Eu passei um ano de cama depois da cirurgia, porque eu tinha poucos movimentos, tinha muita dor neuropática, que é a pior dor que qualquer lesado medular sente, então foi muito difícil, mas graças a Deus, a família e aos amigos que dividiram comigo cada dor, cada momento hoje eu to aqui firme e forte.

Minha tia, depois de me ver recuperado, me disse que tinha pedido a Deus para me levar na época porque eu passei de 74 para 49 kg, pois eu só me alimentava de complexo B (veia) e o meu primo, quase um irmão, me disse:  que nem acredita quando me vê viajando, superando meus próprios limites depois de tudo o que aconteceu.

R.A– E quais os esportes que você praticava antes?

D.B– Eu jogava vôlei, basquete e futsal. Por incrível que pareça no colégio, eu era da seleção das três modalidades. Eu gostava de farra, mas quando falava em esporte eu abdicava qualquer coisa para praticar, mesmo tendo alguns vícios, no caso eu bebia e fumava, eu sempre dei primeiro lugar ao esporte. O principal era o vôlei, e foi com ele que eu comecei a sentir dificuldade, sentir os sintomas como a dormência na perna que foi piorando e com três meses eu não conseguia   andar direito. Era como se eu tivesse tido uma AVC, paralisa metade do corpo e você começa a sentir dor. O médico descobriu que era um tumor e disse que era pra operar de emergência e eu relutei até o ultimo dia para ser operado, o mal do ser humano é esse: sempre deixa para depois.

O medico disse que eu podia ficar bom entre 2 e 8 anos podendo ser mais cedo ou mais tarde. Depende do tratamento, regeneração das células da medula. E se você me perguntar: David, qual foi o resultado do seu ultimo exame? – Com 7 anos, eu estou 80% recuperado. Antes eu sentia dormência do meu ombro pra baixo, não tinha força na mão esquerda, mas agora já melhorou. Não consigo andar, ainda, a perna é a que falta. Então é um processo lento, eu estou tranqüilo, se for pra esperar mais cem anos, eu espero na cadeira. Eu te digo que antes, eu era uma pessoa preguiçosa, já hoje não, quem corta a grama lá de casa sou eu, quem ajeita energia, viagem sou eu. Então, por incrível que pareça, a priori eu achava que tinha acabado minha vida, por causa da cadeira de rodas. Mas foi passando o tempo e eu vi que o importante é saber que tem um Deus por nós e que jamais ele da um fardo a mais do que a gente pode suportar. E a verdade é que sempre há uma superação. Eu venho conquistando coisas que até eu mesmo duvido.

R.A– Como você começou no tênis de mesa?

D.B: Eu me sentia o mal por ouvir “ô tão novo numa cadeira de rodas”. Relutei, até que recebi o convite nas quartas paraolimpíadas para participar do xadrez. Lá conheci o Eugênio, que me chamou para participar da competição de tênis de mesa e, por incrível que pareça, fui vice-campeão, aí me apaixonei, achei uma coisa fenomenal. Participei da quinta, sexta, sétima paraolimpíada e ganhei. Hoje graças a Deus eu sou um atleta da seleção brasileira, sou o único representante do norte-nordeste e já conheço 9 estados viajando com o tênis de mesa  além de conhecer a Venezuela.

R.A– E quanto ao apoio do governo aos atletas paraolímpicos?

D.B– Pra gente há uma precariedade muito grande. Ano passados nós fomos pedir ajuda pra a passagem para competir no campeonato brasileiro, aproveitando período eleitoral porque infelizmente a política é assim mesmo, e o estado se negou a dar a passagem pra gente.

Aqui, os paraolímpicos estão muito bem representados. Se a gente tivesse bolsa auxílio, estaríamos com resultados melhores ainda. O estado do Ceará possui quatro paratletas que poderiam muito bem estar nas paraolimpíadas, basta só a gente competir, viajar internacionalmente para ficar entre os 20 primeiros do mundo. Quanto mais a gente competir, mais pontuação a gente vai fazer e vai ranqueando melhor. E esse é o sonho de qualquer atleta

R.A, Então é isso, fica a vontade pra deixar um recado.

D.B– Só pedir pra que não só o estado do ceará, mas o Brasil venha  nos apoiar, porque antigamente quando uma pessoa via alguém com deficiência a chamava vulgarmente de “aleijado” e hoje nós estamos mostrando resultado, servindo de exemplo, trazendo resultados para o Brasil e mostrando para o mundo que o paraolímpico, independente de qual deficiência seja, está mostrando resultados expressivos.

Tem um trecho que eu sempre gosto de citar, de um livro que comecei a escrever, ”Uma vida apresentada de uma forma inovadora a partir de um relato de superação, tem sua narrativa dramatizada, mas sempre mostrando que não existe dificuldade maior que a capacidade de superação humana”

Pois é galera fica ai essa lição pra gente e o apelo pra população e pro governo quanto a valorização do atleta paraolímpico.

Espero que tenham gostado.

superação

BEIJOS =)

Infância Roubada

Venda de CDs piratas, venda de balas em ruas, pedreiras, lixões, aviãozinho, prostituição…

 

Pare em qualquer lugar da cidade e olhe ao seu redor.

 Em todo canto vemos crianças trabalhando e sendo exploradas.

Aproveite e preste atenção em quantas infâncias estão sendo roubadas e trocadas por dinheiro. Agora olha pros olhos dessas crianças e tente encontrar algum sinal de felicidade, algum sinal de que ela ama viver e de que anseia por um futuro.

Pois é…. NÓS crescemos escutando de nossos pais que infância é fase de brincar, de aproveitar, andar de bicicleta, tomar um sorvete na praça, cultivar amizades, rir de desenhos animados, ouvir Xuxa….

Mas ELES crescem em um mundo em que a vida se resume em fase de berço e fase que se trabalha.  A infância e adolescência de milhões de crianças no mundo são arrancadas e junto com sua infância são podados direitos básicos, como o da educação . E as vezes convivemos com situações como essas e nem percebemos.

Mas talvez se agente imaginar o quão doloroso é não poder ser criança… não poder viver a infância, que se não a melhor, é uma das melhores fases da vida (tão boa, que muitos envelhecem sem abandonar a infância-rs) talvez se tivermos noção do que é, faríamos com que mais pessoa denunciassem o trabalho e a exploração infantil.

Pensem nisso ok?!!

Segue ai um vídeo, uma campanha antiga de colégio que fiz, ele é grandinho, mas faz refletir bastante. E no fim do video, segue clipe da banda Radiohead que fala bem sobre o assunto.

Beijos

Se é bom, não vira manchete!

 

 Em meio a tantos desastres nos últimos dias uma boa notícia até cai bem, mas o que é bom não vira notícia. Ah vai, isso não é mais novidade, é FATO.

Fiquei sabendo, através da coluna crítica de Ruth de Aquino, da inauguração do “centro mais moderno de controle de operações do mundo” no Rio de Janeiro. O centro é equipado com computadores, radares de enchentes e um telão de 80 metros quadrados que dizem ser maior que o da NASA. 

Segundo informações o centro conseguirá prever dilúvios até 48 horas antes evitando assim, óbitos em massa como vem ocorrendo. Claro que isso não quer dizer que as pessoas não devam mais abandonar áreas de risco. Pelo contrário, com a ajuda do povo o centro conseguirá realizar seu objetivo.

Tudo pra dar certo, o centro funciona, o risco de vida diminui, o Rio fica conhecido mundialmente… Quer dizer, isso se o governo disponibilizar recursos.

bEIJOS =)